Quintal dos Poetas
Oficina Literária

                                                                      editora independente
 

 

LIVROS PUBLICADOS PELO AUTOR:

 

Viagem às antigas igrejas de Minas  

 

O livro foi publicado originalmente em 2002. Esta é a segunda edição, aumentada com um capítulo sobre o papel da Igreja, como instituição, na capitania de Minas Gerais, no século XVIII. É o primeiro livro da trilogia “Fábula de Ribeirão do Carmo”, dedicada à memória do poeta e inconfidente Cláudio Manuel da Costa. Trata-se do relato de uma viagem feito pelo autor às Cidades Históricas mineiras no decorrer da qual ele aborda os aspectos históricos dos locais visitados com destaque para o patrimônio arquitetônico e com foco especial nas igrejas do século XVIII ainda preservadas e que, na maioria das vezes, ainda promovem seus ofícios religiosos. O relato é enriquecido com referências, feitas pelo autor, a comentários de conhecidos viajantes  que visitaram os mesmos locais e igrejas no século XIX, tais como August de Saint-Hilaire, Spix e Martius, Richard Burton,  entre outros.

 

O livro tem 362 páginas impressas em papel pólen soft, com capa em papel cartão 240 grs. laminada a fosco, formato 16 x 23 cm. 

 

Viscondes, mazombos e coimbrãos

 

É o segundo livro da trilogia “Fabula de Ribeirão do Carmo”. Trata-se de uma obra híbrida sobre a Inconfidência Mineira que é, ao mesmo tempo, um ensaio e uma obra de ficção. Com base nesse modelo narrativo o autor tenta estabelecer uma conexão lógica entre o “que se sabe” e o “que é possível presumir” sobre o notável acontecimento que abalou a capitania de Minas Gerais no século XVIII. Em cima dessa estrutura narrativa descompromissada e livre o autor se conduz pela defesa da tese, relativamente original, de que teria havido duas inconfidências mineiras: a dos mazombos e a dos coimbrãos, e que o visconde de Barbacena bem poderia ser um dos cabeças do segundo movimento. Afinal, como iluminista, tinha berço ideológico e motivos para isso. Mas... se arrependeu ainda em tempo e viveu até o fim da vida fiel à Coroa Portuguesa.

 

O livro tem 343 páginas impressas em papel pólen soft, com capa em papel cartão 240 grs. laminada a fosco, formato 16 x 23 cm. 

 

 

 

Vilas ricas, vilas pobres

 

É o livro que fecha a trilogia “Fábula de Ribeirão do Carmo”. É um ensaio clássico que aborda aspectos históricos, econômicos e sociais da formação da capitania de Minas Gerais no século XVIII. Nele o autor tenta desmistificar uma série de equívocos sobre a história mineira, especialmente a ideia de que o chamado ciclo do ouro foi um dos maiores fenômenos da história econômica mundial em opulência e riqueza. Não foi bem assim. Na segunda metade do século XVIII, Portugal já estava mergulhado numa grande crise econômica, que foi ainda mais agravada com as extravagâncias perdulárias de d. João V o “Rei Sol Português” que não teve nenhuma dificuldade em dilapidar as riquezas do Brasil em poucos anos de gastança. Hoje, há apenas um convento em Mafra, ao norte de Lisboa, como memória concreta de que tal riqueza um dia existiu.  Em Minas, poucos anos depois do ápice do ciclo do ouro, restaram vilas, que nunca foram verdadeiramente ricas e que, no século XIX já estavam em grande decadência.

 

O livro tem 231 páginas impressas em papel pólen soft, com capa em papel cartão 240 grs. laminada a fosco, formato 16 x 23 cm. 

Os reis do Brasil  

 

O livro, na verdade, contém duas obras independentes, mas que se completam cobrindo a saga da dinastia de Bragança no Brasil. São elas: Os desassossegos do rei e A cadeira e o trono. O primeiro abrange os tempos de d. João VI  no Brasil e o primeiro reinado, e o segundo abrange o reinado de Pedro II. O foco é essencialmente biográfico e tenta desmistificar a depreciação das imagens dos nossos reis, que foram impiedosamente ridicularizados pela propaganda republicana, através de livros escolares destinados a formar os novos cidadãos republicanos. O resultando foi uma distorção histórica e uma injustiça biográfica que perduram até hoje. Tentando contribuir para  reparar essa distorção o autor procura demostrar que os reis do Brasil eram maiores do que nos fizeram crer e há de se reconhecer que d. João VI era um político arguto e esperto, d. Pedro I foi um herói de dois mundos, hábil, apaixonado, persistente e incrivelmente corajoso e que d. Pedro II foi um bom e sábio rei, que governava com temperança e justiça ajudado por um grupo de notáveis estadistas. Graças a sua figura singular, não sua época, o Brasil era muito mais conhecido e respeitado do que é hoje. 

O livro tem 347 páginas impressas em papel pólen soft, com capa em papel cartão 240 grs. laminada a fosco, formato 16 x 23 cm. 

 

Lund

 

 

Trata-se de um ensaio biográfico sobre Peter Wilhelm Lund, o naturalista dinamarquês, conhecido como o “Sábio de Lagoa Santa” e  tido como criador da paleontologia brasileira. São abordados aspectos históricos e das pesquisas de Lund na região de Lagoa Santa e os tantos folclores e lendas que envolvem sua vida no serrado mineiro. O autor também fala dos méritos e deficiências dos métodos de investigação adotados por Lund e levanta algumas outras polêmicas sobre fatos e dados usualmente tidos como certos sobre a vida do sábio dinamarquês, especialmente em relação aos motivos que o teriam levado a suspender suas pesquisas e abandonar seus trabalhos, exatamente quando eles estavam se tornando mais interessantes. Também questiona a data oficial da morte de Lund.

 

O livro tem 134 páginas impressas em papel pólen soft, com capa em papel cartão 240 grs. laminada a fosco, formato 16 x 23 cm. 

 

 

 

 

 

 

Histórias quase possíveis

 

O livro reúne duas obras de ficção: um romance e uma coletânea de contos. Ambos obedecem a uma narrativa na linha da ficção que se convencionou chamar de “realismo fantástico”, narrativa literária que muitos consideram fora de moda, o que não deixa de ser verdadeiro, já que nunca a literatura mundial foi tão pouco imaginativa como agora. O romance – único até hoje escrito pelo autor – tem o título de A degustação da maçã. Conta a história de Cedro Angélico, um homem que, convencido desde criança que morreria cedo, tentou levar uma vida de aventuras e prazeres, como se cada dia fosse realmente o último. Morreu com mais de oitenta anos, sem saber se sua opção havia sido acertada. O livro de contos tem por título O vendedor de epitáfios que é o título de um dos vintes contos que compõem a obra. Os demais tratam de coisas como: camundongos que têm o hábito de ler, cardeais viciados no carteado, damas assassinas, a paixão do prefeito de Paris por bonecas, Jesus Cristo assassinado numa emboscada em Boston, Greta Garbo humilhando Sílvio Santos no palco, um enviado de Deus fazendo justiça no Congresso brasileiros e outras histórias quase possíveis.

 

O livro tem 327 páginas impressas em papel pólen soft, com capa em papel cartão 240 grs. laminada a fosco, formato 16 x 23 cm. 

 

 

 

 

Obra poética

 

 

O volume reúne cincos obras de poesia escritas pelo autor entre os anos de 1967 e 2012 e que só agora foram trazidas a público. São elas:

 

Os objetos (1967), A palavra como corpo (1969), Pássaros desajustados (2008), 143 exercícios na arte de escavinhar por partes (2010)  e Outros exercícios na arte de escavinhar por partes (2012).

 

O livro tem 319 páginas impressas em papel pólen soft, com capa em papel cartão 240 grs. laminada a fosco, formato 16 x 23 cm. 

 

 

 

 

 

 

 

Sobre livros: Histórias de livros no Brasil

 

Trata-se de um ensaio sobre a produção literária no Brasil, desde os tempos da colônia. Mas os foco principal não são as obras e os autores, como  ocorre usualmente nas “Histórias da Literatura”, mas sim “o livro” propriamente dito. Ou seja,  “aquele fecho pesado de papel e letras que imortaliza as obras literárias”. Assim são tratadas coisas como a invenção da imprensa, a criação da indústria do livro no Brasil e a história das nossas principais editoras desde que d. João VI implantou efetivamente a primeira prensa no Brasil. Também trata da desnacionalização da produção atual de livros em nosso país com absolutamente predomínio da literatura popular multinacional sobre a arte literária. Mas o autor também não deixa de falar sobre nossos principais autores, fornecendo resumos biográficos e informações sobre as primeiras edições de suas obras. Também são feitas referências as nossas principais bibliotecas, como a Biblioteca Nacional e o Real Gabinete Português de Leitura do Rio de Janeiro, a biblioteca brasiliana da USP e a Biblioteca Municipal de São Paulo, entre outras.

 

O livro tem 327 páginas impressas em papel pólen soft, com capa em papel cartão 240 grs. laminada a fosco, sem orelha, formato 16 x 23 cm.

 

 

Diário dos desassossegos

 

É a segunda obra de ficção do autor. Na verdade a obra mescla ficção  com situações biográficas reais, imaginando como teria sido um determinado dia de aflição na vida de pessoas do mundo das artes, conhecidas por suas existências marcadas pela frustração e o sofrimento que, não raro, levaram à loucura, a autodestruição lenta ou ao suicídio. Incluem-se nesse grupo artistas como o Aleijadinho, van Gogh, Toulouse-Lautrec, Gauguin, Modigliani,  e escritores como Alvarenga Peixoto, Fagundes Varela, Lima Barreto, Cruz e Souza, Oscar Wild, Ezra Pound, Fernando Pessoa, Hemingway e outros.

 

O livro tem 160 páginas impressas em papel pólen soft, com capa em papel cartão 240 grs. laminada a fosco, formato 14 x 21 cm. 

 

 

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